Professor. Ruy Marcus Martins de Almeida. Governo do Estado
do R.J.
www.oesbulhonobrasil.blogspot.com
Rio de Janeiro. 08/08/20
A Vida só é Vida quando compartilhada pelo bem comum! RM.
Àqueles que acreditam no Amor, na Justiça e no Respeito ao próximo!
Pedaços de um artigo. (04)
A Vida e o Brasil Anacrônico!
Sobre o projeto político da injustiça social, o problema da
esperança, o genocídio e o esbulho do povo brasileiro!
Brasil da
eugenia. O poço, e o espetáculo do riso da morte de cem mil brasileiros!
A tampa do poço foi levantada e o dragão do ódio ressentido
está cuspindo o seu fogo nas formas de riso e ironia, enquanto isso a sociedade
brasileira assiste imobilizada, o pé na garganta do povo sufocando seu espírito
humano e a sua esperança na justiça.
Na abertura do poço foram liberados sentimentos que já tinham
sido superados pela democracia social, no entanto, parte do povo brasileiro fez
esse movimento, e agora precisamos mais uma vez enfrentar e combater o espírito
perverso, implacável e opressor do não governo, que saiu do fundo da lama do
poço.
Precisamos lutar contra o projeto eugênico do não governo,
que se fundamenta nos seguintes ingredientes anacrônicos e reacionários, vindos
do poço: colonialismo, escravismo, racismo, preconceito, coronelismo, machismo,
indiferença com a vida e o bem comum, deboche, escárnio e o esbulho do povo
brasileiro.
Ao levantar a tampa do poço, deu-se a oportunidade ao projeto
fascista de uma ditadura iminente, com a pretensão de um golpe de Estado,
recuperando toda herança opressora contra a esperança, a liberdade, a democracia
e a justiça.
O projeto eugênico do não governo está em curso e nós
assistindo tudo atonitamente, enquanto o plano continua ganhando corpo, até
quando o Brasil estará paralisado diante desse espetáculo patético e amoral?
Além da palavra escrita e falada, precisamos de ações políticas
e concretas contra o não governo genocida, e seu projeto de eugenia do povo
brasileiro, por um presente e um futuro com justiça, dignidade e respeito ao
cidadão brasileiro.
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