sábado, 9 de fevereiro de 2013

Um Século de atraso

O futebol brasileiro do século XXI tão profissional e moderno traz de volta um personagem arcaico e militarizado no qual a arte individual do jogador espetacular está submetido a valores eminentes de uma coletividade que se pressupõe determinante ao sucesso. Quando na verdade, o futebol brasileiro sempre partiu das estrelas para o comum, portanto, há uma distorção do nosso futebol brasileiro, na medida em que, o gênio, torna-se, mais um sujeito comum impossibilitando, assim, a verdadeira essência e cultura do futebol, da vitória e da beleza. Com isso temos um quadro melancólico e conservador, que insite, de um modo colonizado copiar o modelo eurocêntrico, de se pensar o nosso futebol.
 
Pois então, a seleção brasileira, com a volta de um reacionário conservador perde a grande oportunidade de expressar toda a sua história cultural, de vitórias, na qual, o genio superou a concepção militarista e  coletivista, que insiste em anular toda e qualquer manifestação de beleza própria. Sei muito bem, que o futebol tem a sua natureza coletiva, porém, Garrincha ( ...), Pelé, Nilton santos, Didi, dentre outros, não teriam a liberdade de expressar toda  a arte do futebol brasileiro, em detrimento, de uma idéia, subjulgada a valores furebolísticos, que não são, nem da arte, e nem, da beleza, mais sim, de valores colonialistas e subservientes, a um modelo eurocêntrico, de pensar e jogar futebol. Acredito que seja fundamental uma revolução na filosofia do futebol brasileiro. Se você conhece além da história do Brasil recente assim como a do futebol saberás de quem estou falando.

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